Wednesday, March 23, 2005

 

Bendita Cruz – Por ela redimiste o Mundo

Esta semana estamos a viver o maior acontecimento da História.
Por isso a Igreja oriental lhe chama a Semana Maior e a no Ocidente chamamos-lhe a Semana Santa.
Cristo, na sua vida peregrina, deu cumprimento à vontade do Pai, oferecendo-se à morte e morte na Cruz. Por isso a Igreja celebra a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, com a convicção que através da sua Paixão, Cristo nos redimiu e salvou…
Em todas as Eucaristias actualizamos o mistério da morte e ressurreição de Cristo. Contudo, a celebração da Semana Santa dá-lhe um sentido ainda mais forte, porquanto a liturgia torna esses acontecimentos presentes e actuais.
A Páscoa Judaica celebra a libertação dos judeus da escravatura do Egipto. A Páscoa Cristã celebra a libertação dos cristãos… porque Cristo venceu as trevas, a morte, e vive verdadeiramente.
Em nossos dias parece reinar a cultura da morte. Há mesmo quem esteja preocupado com a despenalização do aborto, com a prática da eutanásia e se esqueça que Deus nos criou para que tenhamos vida, e a tenhamos em plenitude.
Cristo venceu a morte. A Páscoa é a celebração da esperança vivida em alegria porque Cristo ressuscitou. E nele também nós havemos de ressuscitar. Aleluia!

 

Museu do Holocausto em Jerusalém

O novo museu do holocausto em Jerusalém, foi inaugurado com a presença de mais de 40 delegações incluindo a presença do Vaticano e de Kofi Annam, para recordar a memória dos seis milhões de judeus exterminados durante a II Guerra Mundial.
Este novo Museu fica situado num dos extremos do Monte Herzl de Jerusalém, onde fica o memorial nacional para os heróis israelitas e é inaugurado 60 anos depois do holocausto (1939-45). Segundo o presidente Avner Shalev, o novo museu visa “encontrar uma linguagem comum com as novas gerações e estabelecer um diálogo para falar do Holocausto quando já não houver sobreviventes. Recordar o passado para definir o futuro” é o lema que as autoridades israelitas deram à cerimónia, na qual se procura advertir o mundo para os perigos de um anti-semitismo crescente.
No novo museu, que demorou mais de 10 anos a ser construído, serão expostas peças autênticas da II Guerra Mundial e da vida dos judeus na Europa antes e durante o Holocausto.
“Procurará contar tanto a ‘macro história’ como ‘micro histórias’ de indivíduos e peque- nos grupos, sublinhando o aspecto pessoal”, explicam os seus responsáveis.
S.

Friday, March 18, 2005

 

Portugal tem novo Governo

Foi dado a conhecer o XVII Governo, quiçá o mais pequeno desde 1991.
José Sócrates, que conseguiu manter o silêncio quanto ao nome dos eleitos até à apresentação ao Presidente da República, jogou com os nomes possíveis – sete do anterior executivo de António Guterres, dois independentes, Luís Campos e Cunha e Manuel Pinho e, como não podia deixar de ser, lá vai também um ministério para Freitas do Amaral, para pagar o apelo que este fez ao voto em Sócrates…
Pode dizer-se que à partida estão reunidas todas as condições para que o governo arranque. Aliás, Campos e Cunha, na primeira entrevista que deu, admitiu a hipótese de ter que aumentar os impostos, se o estado das finanças o exigir, tendo José Sócrates afirmado que “este Governo está à altura de restituir a confiança nas instituições e que é composto por pessoas prepara-
das para estar ao serviço do país”.
Eis a constituição do Governo – quatro Ministros de Estado: da Administração Interna, António Costa, n.º 2; da Defesa Nacional, Luís Amado; Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral; e das Finanças, Luís Campos e Cunha.
Seguem-se o Ministro da Justiça, Alberto Costa; da Presidência, Pedro Silva Pereira; do Ambiente e Ordenamento do Território, Francisco Nunes Correia; Ministro da Saúde, António Correia de Campos; da Economia e da Inovação, Manuel Pinho; M. do Trabalho e da Solidariedade Social, José António Vieira da Silva; M. da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva; Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues; M. da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago; M. da Cultura, Isabel Pires de Lima; M. dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva; e Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lima.
O que dizer deste executivo? Parece que Sócrates escolheu pela competência, equilíbrio e rigor. Jaime Gama irá para a Assembleia da República e a ausência de Vitorino lembra a Presidência da República.
Contudo, resta-nos conhecer o programa de Governo para ajuizar melhor o que vai ser este executivo.

Friday, March 04, 2005

 

Bush de mãos dadas com a Europa

O presidente norte americano George W. Bush tem andado em itinerância pela Europa, à procura de uma nova era nas relações transatlânticas para solucionar os problemas que afligem a humanidade, nomeadamente o conflito no Médio Oriente e o terrorismo.
Bush chegou mesmo a afirmar em Bruxelas que “quando os Estados Unidos e a Europa estão juntos, nenhum problema nos pode resistir”. E mais à frente, Bush disse apoiar “uma Europa forte, unida, democrática e aliada dos Estados Unidos na promoção da paz no mundo”.
Em Bruxelas, George Bush deu início a uma digressão euro- peia para diplomaticamente resolver as divergências resultantes com a invasão do Iraque há dois anos, em Março de 2003.
Bush passou pela Alemanha, França, e encerrou a cimeira em Bratislava, onde, juntamente com o seu congénere russo, Vladimir Putin, afirmaram em uníssono ser mais o que os une do que os separa. Não obstante, George Bush foi alertando para a necessidade da democratização da Rússia, nomeadamente na aplicação da lei, na protecção das minorias, na liberdade de imprensa e oposição política. Putin ripostou que a Rússia fez a sua escolha pela democracia. Ambos os estadistas mostraram a sua preocupação pelo Irão e Coreia do Norte por terem acesso a armas nucleares…

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