Tuesday, July 19, 2005

 

Jorge Sampaio de visita ao Paraguai e ao Chile

Após uma longa viagem, o presidente da República, Jorge Sampaio, apresentou-se em forma num jantar com uma pequena comunidade portuguesa radicada no Paraguai, jantar que aconteceu às 20 horas locais, 1 hora de Lisboa, e que serviu para Sampaio estimular quantos escolheram aquelas paradas para lançar o modo de vida.
No dia seguinte, às 9h da manhã, junto ao Panteão dos Heróis, foi escutada a Portuguesa e daí seguiu para o Palácio Legislativo onde se juntou ao seu homólogo paraguaio, Nicanor Duarte Frutos para almoço e que serviu para troca de condecorações. Aí, Jorge Sampaio referiu que “a América Latina constitui uma prioridade constante na política externa portuguesa”.
Já no Chile, onde permaneceu três dias, Jorge Sampaio traçou uma panorâmica negativa da situação do país, afirmando que “os tempos são difíceis e duros” contudo, “há condições para debelar os problemas complexos que Portugal enfrenta”. Perante os empresários portugueses e chilenos, o Presidente da República na capital do Chile, confiou na boa vontade desta classe empresarial para ultrapassar todos os obstáculos.
Numa entrevista, Jorge Sampaio disse ser importante um grande debate sobre o futuro de Portugal.
S.

 

Mais um recorde para Portugal

As estatísticas são boas para nos fazer pensar. Segundo a EUROStudent 2005, em Portugal a maioria dos estudantes vive à custa dos pais, 66%. Quando em Espanha apenas 43%, em França, 42%, na Alemanha 35% e na Holanda apenas 11%. Em contrapartida, os estudantes portugueses são os que menos trabalham na Europa, isto é, quando na Holanda 91% são trabalhadores estudantes, na Irlanda 69%, em Espanha 49%, em França 47%, em Portugal apenas 20% são trabalhadores estudantes.
Também é verdade que em Portugal é onde os estudantes recebem menos apoio público, 24%, se exceptuarmos a Itália, com 9%. No Reino Unido recebem 85%, na Finlândia 71% e na Holanda 62%.
É uma situação algo estranha, pois apesar dos empréstimos destinados ao estudo, a grande maioria vive dependente dos pais ou com eles, 55%.
E como nem tudo é mau, os estudantes portugueses revelaram ser dos que mais horas dedicam semanalmente ao estudo, cerca de 41 horas.
A surpresa das estatísticas causou-me alguma admiração, já que fiz todo o meu percurso académico como trabalhador-estudante.
É preciso repensar esta questão, já que as famílias portuguesas são as que menor rendimento per capita têm, embora 85% dos estudantes lusos pretendam uma licenciatura, 3% ambicionam o mestrado e 12% querem ficar com o bacharelato.
Estes números dão que pensar. Não para concluir que os estudantes portugueses sejam mais preguiçosos mas porque é preciso adequar horários e currículos para que os trabalhadores possam também eles estudar, realidade que tem vindo a perder terreno entre nós…

 

É preciso repensar a União Europeia

Se o não da França no referendo sobre a União Europeia a deixou fragilizada, o reforço do não na Holanda por uma margem tão expressiva, cerca de 63%, começa a ser preocupante e, naturalmente que fará os chefes de estado repensar o assunto. E não só em França e Holanda, mas em todo o espaço europeu.
É inquestionável que a Europa precisa de um Tratado Constitucional (já que há comentadores que não querem chamar-lhe Constituição) que reforce as regras democráticas nos exercícios de poder a nível europeu.
O não da França, logo seguido do não, da Holanda pode causar um efeito de bola de neve e, consequentemente, colocar em causa os reais objectivos da comunidade europeia. Todos nos damos conta que as principais decisões estão transferidas para Bruxelas, o que naturalmente está a matar a soberania nacional dos Estados. O alargamento da UE foi um forte desafio que de alguma maneira não ajudou os países que estavam a caminhar para acertar o passo com a Europa. E se nos lembrarmos do que aconteceu com Portugal, onde a sua agricultura desapareceu, a industrialização se fragilizou e a floresta não cresceu… bem assim a pesca diminuiu, é caso para nos interrogarmos dos benefícios da UE para Portugal.
É certo que entraram muitos fundos mas parece que apenas para proveito de alguns, já que os níveis de pobreza cresceram com a ameaça de desemprego… e a nossa dependência é cada vez mais evidente!
Quando me lembro das searas de trigo deste Alentejo, dos frutos mais saborosos deste país, do azeite puro que nos colocava nos escalões mais altos da produção e quando olhamos para os níveis de ensino que atingimos com as Escolas Técnicas, e olhamos hoje para esta desgraça que nos rodeia e para a política do subsídio reinante… temos razões para pensar duas vezes no sim ou não que o referendo nos vai colocar.
Ainda não tenho certezas. E quiçá, para Outubro, o não se repita também em Portugal. A não ser que as coisas mudem até lá e que renasçam sinais de esperança.

 

Primeiro Ministro timorense em Portugal

O primeiro-ministro de Timor-Leste visitou Portugal nos passados dias 2, 3 e 4 de Junho. O objectivo desta visita foi “encontrar novas formas de cooperação nas áreas da Educação e da Justiça”, consideradas prioritárias por Díli, e “atrair investidores privados”. Após um encontro com José Sócrates, Mari Alkatiri assegurou que o seu país precisa de investimento e “está minimamente preparado” para o receber.
O primeiro-ministro português respondeu ao apelo afirmando repetidamente “o empenho de Portugal numa cooperação reforçada com Timor-Leste”, sobretudo ao nível do “reforço institucional” e do “desenvolvimento da sociedade” timorense, e aproveitou o encontro com Alkatiri para lhe oferecer uma biblioteca jurídica de cerca de 40 volumes.
A presença do líder timorense acabou por ser dominada em grande parte pelos conflitos que têm oposto o Governo e a Igreja, com Mari Alkatiri a assegurar que a situação está já ultrapassada e que o objectivo, agora, é abrir o debate sobre questões de consciência à sociedade timorense.
“Foram 19 dias de manifestações com exigências de todo o tipo, mas a questão foi ultrapassada com o acordo que se assinou”, disse Alkatiri, após o encontro, em Lisboa, com José Sócrates.
Esse acordo, assinado em meados de Maio, “toca assuntos que mexem com a consciência de cada cidadão e tem o mérito de abrir o debate a toda a sociedade”, acrescentou, referindo-se concretamente “ao aborto e à prostituição”, que a Igreja timorense quer ver criminalizados.
Sobre o carácter facultativo da disciplina de Religião e Moral, na origem da crise, Mari Alkatiri afirmou que “a disciplina existe, com carácter regular, mas a frequência é facultativa”, como foi aprovado pelo Conselho de Ministros a 27 de Outubro passado, “numa decisão que não foi bem entendida pela hierarquia da Igreja Católica”.
Questionado sobre se a questão da segurança no país foi abordada no encontro, numa altura em que Timor-Leste deixou de contar com uma força de “capacetes azuis” armados, Mari Alkatari respondeu que “o país está seguro, a democracia está estável e a paz veio para ficar. Por essa razão, a questão não foi abordada nem por mim nem pelo primeiro-ministro, José Sócrates”.
S.

 

Kumba rejeita derrota

O candidato Kumba Ialá, apoiado pelo Partido da Renovação Social, a maior força política na oposição, que obteve 111 606 votos (24,9%), e ficou afastado da segunda volta das eleições presidenciais guineenses, não aceita os resultados porque considera que “são falsos”. Kumba acusou ainda a Comissão Nacional de Eleições de “falta de honestidade”.
O ex-chefe de Estado afirmou que “os resultados reais que existem no terreno dão-me como vencedor e não vou deixar que me roubem”.
O ex-presidente guineense não quis revelar que tipo de acção vai desencadear para demonstrar a sua insatisfação pelos resultados, mas declarou que “vai tomar medidas”.
Já ‘Nino’ Vieira afirmou que “é normal o resultado” dado que “estou ausente do país há mais de seis anos e não tenho uma estrutura montada”. Todavia, acrescentou, “há registo de irregularidades nalgumas assembleias de voto que vamos reclamar”. Antes da campanha para a 2.ª volta, ‘Nino’ adiantou que vai ter um encontro com Kumba Ialá para “combinar a estratégia a ser seguida”.
Bacai Sanhá e ‘Nino’ Vieira vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais. Sanhá, que venceu a primeira volta, obteve 158 276 votos (35,4%) e ‘Nino’ atingiu 128 918 votos (28,8%). O quarto candidato mais votado foi Francisco Fadul com 12 733 votos (2,8%). A segunda volta realiza-se a 17 ou 24 de Julho. Sanhá promete a vitória na 2.ª volta e não descarta a hipótese de aceitar o apoio de outros candidatos.
A CNE informou ainda que a taxa de participação nas eleições foi superior a 80% num total de 538.471 eleitores inscritos.
S.

 

Ratificação do Tratado adiada até 2007

A ratificação do Tratado Constitucional Europeu ficou adiada até meados de 2007, na sequência de uma proposta do primeiro-ministro português, José Sócrates, à qual os parceiros europeus aderiram.
Durante a reunião de sexta feira, dia 16, Sócrates deu voz a uma ideia que houvera sido falada por todos os líderes europeus, propondo uma pausa no processo de ratificação da Constituição, fruto do “não” de França e Holanda no referendo, e consequente abalo generalizado na confiança dos cidadãos europeus dos restantes países.
Assim, a fim de evitar “efeitos de contaminação”, o processo será suspenso, e uma pausa reflexiva – de entre 9 e 12 meses, de acordo com o Presidente em exercício da UE, o primeiro-ministro luxemburguês Jean-Claude Juncker –, será instaurada.
O apelo de Juncker seguiu-se a um outro, feito no dia anterior pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso. Para o antigo primeiro-ministro português, a suspensão do processo é “a única forma de salvar a Constituição”.
S.

 

Bolívia vive dias quentes com a demissão do seu presidente

O presidente boliviano, Carlos Mesa apresentou a sua demissão, na sequência de meses de protesto, em especial nas três últimas semanas. Contudo, a chefia continuará assegurada até que seja nomeado um sucessor pelo Parlamento, mas nem isso acalmou os protestantes, que exigem a nacionalização das reservas de gás natural e mais direitos para a maioria indígena do país.
O anúncio da demissão acontece um dia depois de a capital ser palco da maior manifestação dos últimos meses, durante a qual elementos radicais ameaçaram invadir o palácio presidencial, forçando Mesa a fugir. A este propósito, o presidente demissionário comentou: “não estou a fugir. Não tenho a intenção de viajar para Miami ou Washington”, numa alusão a Sánchez Lozada, seu antecessor, que, aquando da sua deposição, procurou refúgio nos EUA.
Evo Morales, líder do principal partido da oposição, o Movimento para o Socialismo (MAS), considera que a presidência interina deve ser assumida pelo presidente do Tribunal de Contas, “para encurtar prazos e convocar eleições”. Morales exigiu ainda a demissão do presidente do Parlamento, Hormando Vaca Diez.
Saliente-se que os indígenas constituem os 62% da população mais pobre, daí que os movimentos não governamentais que lutam contra o que chamam de “roubo de recursos por estrangeiro” gozem de grande popularidade.

 

O orgulho de ser português

Celebrar o 10 de Junho, o dia de Portugal e das Comunidades, significa celebrar a história deste pequeno país situado na costa ocidental da Europa e com uma história de mais de oito séculos. Este dia deve ser orgulho de todos nós, onde quer que nos encontremos.
Já celebrei este dia além fronteiras e tenho verificado que é efectivamente um dia de Festa, conjugando os descendentes lusos, declamando poesia, dançando, cantando e confraternizando à mesa…
Dá gosto ver o orgulho que se sente de se ser português, onde não raras vezes a emoção leva às lágrimas da saudade da mãe pátria…
Os ventos da Europa, depois da epopeia cantada por Camões, parecem deixar-nos cabisbaixos, tais os números que são revela-
dos sobre este pequeno grande povo, que está a perder “cotação” face aos seus parceiros comunitários…
Há sempre novos recordes negativos atribuídos a Portugal. Depois de Cavaco Silva nos ter deixado à frente da Grécia, aquando primeiro ministro, agora somos os mais pobres da Zona Euro, já com o Chipre e a Eslováquia a passar-nos à frente.
Com efeito, o PIB por habitante é 73% da média registada na União Europeia, o que significa que em relação aos 12 países da Zona Euro, Portugal fica na cauda.
E tendo como referência a antiga União a 15, Portugal está abaixo de todos, com a agravante de dois países do alargamento, Chipre e Eslovénia, já nos terem ultrapassado, respectivamente, em 82 e 78% da média da U.E..
Em dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, dou-me conta que hoje o orgulho de ser português só, não basta. É preciso um projecto nacional em que se acredite, pois só assim o português poderá continuar a ter orgulho do seu Portugal.
Que os sacrifícios que nos são pedidos produzam frutos, ao menos, nas futuras gerações.
Assim todos dêem as mãos. Assim todos sintam orgulho de serem portugueses.

 

O fim de Schroeder?

O SPD de Schroeder sofreu uma derrota histórica nas eleições regionais da Renânia do Norte – Vestefália, que aconteceram no domingo, 22 de Maio, e onde os socialistas imperavam há 39 anos. Desta vez, o partido do chanceler alemão Gerhard Schroeder foi temivelmente sacrificado com um resultado histórico de 37,5% e 45% para a CDU, contra os 42,8% e 37% em 2000.
Perante este cenário, o chanceler resolveu antecipar as eleições, decidindo-se por apresentar uma moção de confiança no Bundestag a 1 de Julho do corrente ano, e que tudo faz crer que sairá derrotado. Aliás, numa sondagem ao povo alemão, 80% aplaude esta medida.
Assim sendo, tudo leva a pensar que Angela Merkel será a próxima “chanceler”, já que é a líder do CDU.
O défice, os cinco milhões de desempregados e a falta de unidade da velha Berlim estarão na base deste mau resultado.

 

Sócrates não cumpriu

Aquilo que todos não desejavam aconteceu: José Sócrates esqueceu as promessas eleitorais. Começou cegamente a substituir os dirigentes das instituições para satisfazer as exigências do apoio eleitoral. Nunca mais falou nos desempregados e consequentes cinco mil empregos para um ano e aproveitando-se de um dado que todos sabiam, o aumento do défice, para aumentar os impostos e matar Portugal no domínio da concorrência com os outros países.
As maiorias absolutas (que eu detesto desde o tempo de Cavaco Silva) dão estes exageros. Calar a oposição, não ouvir os entendidos e fazer o que muito me dá na gana…
Segunda feira o programa Prós e Contras reuniu um grupo de entendidos – Eduardo Catroga, Bagão Félix, Pina Moura, Murteira Nabo e Fernando Ribeiro Mendes.
E durante o programa todos reconheceram que há que com- bater o défice mas não com a subida de impostos e consequente empobrecimento dos mais pobres. Ora, José Sócrates, com a faca e queijo na mão que lhe dá a maioria, decidiu exactamente o contrário. Em vez de diminuir o despesismo do Estado e das Autarquias (o grande cancro da nossa economia), atirou-se para maiores impostos e outras decisões, ainda que discutíveis, mas menos más. E vai daí, primeiro sobe o IVA de 19 para 21%, carrega no IRS para os que ganham mais e penaliza os funcionários públicos quer no regime de descontos sociais quer na idade da reforma…
Assistimos mais uma vez a uma dialéctica política mas que nada aponta para um país mo- derno. Não se falou no reduzir dos gastos; não se teve em conta a produtividade e aumento da riqueza para o país; não se falou na reforma da administração pública nem da saúde. Por isso, bem denunciou o Prof. José Gil, “os portugueses não confiam no Estado pelo clientelismo, injustiça, falta de estímulo à iniciativa empresarial e à autoconfiança…”
Em três meses de Governo, as medidas agora tomadas são contraditórias: não mexeu no rendimento mínimo, nas SCUT’s, nos benefícios fiscais…
Por isso só resta aguardar o fim deste Governo e ter a coragem de criar um Governo de iniciativa presidencial que tenha Portugal no coração… isto é, que coloque Portugal em primeiro lugar.

 

Kumba Ialá auto-proclama-se

Quando há semanas mostrámos aqui a nossa surpresa pelo facto de dois ex-presidentes (Kumba e Nino) derrubados pelos militares concorrerem agora à presidência, estávamos longe de pensar que Kumba Ialá viria auto-proclamar-se Presidente da República da Guiné Bissau, alegando que ainda não acabara o mandato para que fora eleito.
De então para cá, o caso evoluiu, já que os apoiantes de Kumba quiseram manifestar-se na capital, sem autorização e, por isso, foram impedidos pelas forças de segurança, que chegaram a lançar gás lacrimogéneo.
Entretanto os apoiantes do ex-presidente insistem em voltar a manifestar-se e, desta vez, com ameaças de que ripostarão à polícia, caso haja agressões.
A iniciativa de Kumba Ialá surgiu quando este teve dados de que não ganharia as eleições; por isso, criou a confusão – disse o ex-primeiro ministro de Kumba Ialá, Alamara Nhassé.
O presidente interino, Henrique Rosa, garantiu que vai manter-se firme até às eleições. E o primeiro ministro Gomes Júnior, que se encontrava em Portugal, regressou, e parece controlar a situação, ameaçando Kumba Ialá com as sanções previstas na lei.
Vamos ver como termina esta novela de “política à africana”.

 

E tudo o vento levou

Foi uma semana trágica a que terminou, desfazendo sonhos, motivando lágrimas, desespero e desalento.
Com efeito, depois de tantos castelos de vento que foram construídos, o Sporting viu tudo desmoronar por terra. A repetição de serem campeões, como em 2000/2001, caiu por terra quando na Luz perderam por 1-0. Afastados irremediavelmente de Campeões da Liga, sustentavam ainda a esperança de poderem vencer a Taça UEFA, já porque tinham feito um bom trajecto europeu, e já ainda porque jogavam a final no seu estádio.
Tudo parecia preparado para repetir o feito de 1964, quando os leões venceram a Taça das Taças frente ao MTK de Budapeste.
Desta vez, o excesso de confiança, o cansaço físico dos jogadores e também a pouca experiência de Peseiro, face à da raposa do CSKA de Moscovo, Valery Gazzaev, que apesar de estar a perder 1-0 ao intervalo, conseguiu dar a volta ao jogo, vencendo por 3-1 e manietando completamente os movimentos leoninos e a táctica de Peseiro.
Fez pena ver partir a Taça UEFA que o Sporting teve nas mão, sobretudo quando à posteriori se verificou a ineficácia das substituições leoninas e a falta de combate à estratégia de contra-ataque do CSKA de Moscovo.
Enfim, é caso para dizer: numa semana, tudo o vento levou!

This page is powered by Blogger. Isn't yours?